18 de Outubro de 2017

Notícias

  • No âmbito das comemorações da Noite Europeia dos Museus (17 de maio) e Dia Internacional dos Museus (18 de maio), o Museu Quinta das Cruzes apresenta o seu programa de dinamização com diversas atividades para todos os públicos.
  • 2ª Sessão | Músicos da Madeira

    Horário | 15h30 às 16h45

    CONVIDADOS | José Marques e Orquestra de Jorge Velosa

    APOIO | Associação Musical e Cultural Xarabanda

    Entrada livre

    22.10.2015

     

    A sessão “Músicos Madeirenses” é a segunda proposta do projeto Música Conversada coordenado pelo professor e musicólogo Vítor Sardinha com o apoio da Associação Musical e Cultural Xarabanda, que se traduz em sessões culturais/musicais com periocidade semanal, às quintas-feiras, das 15h30 às 16h45 no Museu Quinta das Cruzes, ao longo dos próximos dez meses (outubro de 2015 a julho de 2016).

  • 29.10.2015

    3ª Sessão | OS ANOS DE OURO DA DISCOGRAFIA MADEIRENSE (1926 – 1930)

    Horário |15h30 às 16h45

    APOIO | Associação Musical e Cultural Xarabanda

    Entrada livre

     

    A terceira sessão de «Música Conversada» começa com a apresentação do gramofone, o aparelho que revolucionou a escuta musical. Fruto de investigação anterior, este equipamento teve uma forte expansão a partir de 1915 quando se fixou a rotação em 78 rpm. Os discos de goma laca, (com 10 milímetros de diâmetro) permitiam a gravação até 4 min e 30 s de música em cada lado do disco. Grafofone, Gramofone ou Vitrola são algumas das designações para o mesmo objeto. Era possível doravante escutar cantores, músicos e orquestras em todos os géneros musicais, promovendo a indústria da música de forma planetária.

  • 05.11.2015

     

    4ª Sessão | Conjunto Académico João Paulo «Do Liceu do Funchal ao Top Nacional» (1ª parte)

    Horário | 15h30 às 16h45

    APOIO | Associação Musical e Cultural Xarabanda

    Entrada livre

     

    Foi no ambiente das récitas de estudantes, realizadas no Liceu do Funchal, que surgiram vários dos grupos que fariam carreira musical nacional. A nova vaga de artistas internacionais (italianos, franceses e ingleses) eram seguidos de perto por uma juventude que se apaixonou pela música das guitarras elétricas e baterias. João Paulo, Ângelo Moura, Carlos Alberto, Sérgio Borges são alguns destes jovens músicos que se reúnem no Conjunto Académico João Paulo. No Funchal desse tempo (1963), havia música ao vivo em muitos dos hotéis da cidade, mestres violeiros que a pedido construíam guitarras elétricas, lojas de instrumentos e equipamentos mas também discos, chegando estes diretamente das grandes capitais e que podiam ser adquiridos em lojas da especialidade.

  • 21.04.2016

    17ª Sessão | “Povo que Canta”

    Horário |15h30 às 16h45

    APOIO | Associação Musical e Cultural Xarabanda

    Entrada livre

     

    Nesta sessão iremos visualizar o documentário «Povo que Canta» realizado por Manuel Rocha para a RTP. O olhar de ‘’fora’’ sobre o património dos sons, das cantigas e cantos, dos géneros da tradição musical, dos instrumentos e do imaginário popular madeirense e portossantense, será o ponto de partida.

  • 22.6.2016

    20ª Sessão | Luís Filipe Aguiar

    Horário |15h30 às 16h45

    APOIO | Associação Musical e Cultural Xarabanda

    Entrada livre

     

     

    O madeirense Luís Filipe Aguiar foi provavelmente, o único músico português do séc. XX, a cumprir sete diferentes funções na indústria musical e na música nacional: músico, cantor, compositor, arranjista (e direcção musical), produtor musical, produtor de conteúdos musicais para televisão (RTP. Sic e TVI, entre programas, telenovelas e publicidade) e representante da Sociedade Portuguesa de Autores. Produziu cantores como, Teresa Maiúko, Ana, Cazanova, Nucha, Marina Mota, Pedro e Henrique Feist, Ágata, Grupo Aura, entre outros. Gravou no seu estúdio, Data-Música, muitos dos nomes mais importantes do panorama musical português, como os registados no projeto Pirilampo Mágico de 1993 e 1994, que incluem Paulo de Carvalho, Dulce Pontes, Sara Tavares, Paco Bandeira, Anabela, Carlos Guilherme, Luís Represas, Alexandra, Isabel Campelo, Dina, Nucha ou Toy.

  • 7.04.2016

    16ª Sessão | “OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO MUSICAL 2004” - O Balanço 12 Anos Depois

    Horário |15h30 às 16h45

    APOIO | Associação Musical e Cultural Xarabanda

    Entrada livre

     

    Realizado entre Setembro de 2003 e Julho de 2004, este trabalho de investigação na área da Educação Musical e da Cultura, foi um primeiro passo na transformação de práticas, conteúdos e perspetivas daquilo que se conhecia e ensinava, na disciplina de Educação Musical/Expressão Musical. Do relatório final foram feitos 4 exemplares que foram entregues ao Secretário Regional da Educação (Dr. Francisco Fernandes), à Diretora Regional da Educação (Dr.ª Ângela Borges), ao Diretor do Gabinete Coordenador de Educação Artística (Dr. Carlos Gonçalves) ficando o original com o professor (Vítor Sardinha).

  • PROJETO| AUDIÇÃO MUSICAL – ORQUESTROFONE

     

    Natureza: Audição Musical Comentada em língua portuguesa

    Descrição: audição musical comentada com as músicas do Orquestrofone, com repertório de baile (danças Séc. XIX e XX), repertório de música ambiente (aberturas, fantasias, árias, canções de teatro musical francês, inglês e americano, Chansonettes de cabarets e Vaudeville) e repertório de música temática (Hinos, marchas militares e canções patrióticas).

  • 14.01.2016

     

    11ª Sessão | Recital com Roberto Moritz: Machete/Braguinha

    Horário |15h30 às 16h45

    APOIO | Associação Musical e Cultural Xarabanda

    Entrada livre

     

    Nesta sessão de Música Conversada recebemos Roberto Moritz, instrumentista de Machete/Braguinha, um dos vultos mais importantes da nova música madeirense. Possuidor de uma expressão e virtuosismo ímpares tece, no seu cordofone tradicional madeirense, há já vários anos, uma performance única no que àquele instrumento diz respeito.

  • 04.02.2016

     

    13ª Sessão | “O Carnaval Madeirense”

    Horário | 15h30 às 16h45

    APOIO | Associação Musical e Cultural Xarabanda

    Entrada livre

     

    Entre 1950 e 1974, o Carnaval Madeirense era essencialmente desenvolvido nos hotéis e nas coletividades de recreio e cultura. O Ateneu Comercial do Funchal, o Club de Sports da Madeira, o Casino da Madeira (o antigo da Quinta Vigia), os Hotéis, o Solar da Dona Mécia, os Estudantes Pobres, a FNAT ou as bandas filarmónicas do Funchal, a Distrital ‘’ Os Guerrilhas’’ e a Municipal, ‘’Os Artistas’’, anunciavam os seus bailes.