No âmbito desta comemoração foram realizadas duas visitas gerais às coleções do museu (às 19h00 e às 23h00) e que, por norma, têm sempre uma forte procura por parte do público em geral. Em ambas as visitas, o número de inscritos ultrapassou as trinta pessoas, obrigando à divisão do grupo por duas técnicas do museu. Assim, o grupo que ficou a aguardar no exterior, além das coleções do museu, realizou ainda uma visita às espécies botânicas dos jardins do museu, como ainda ao Parque Arqueológico.



       

A par das visitas gerais, o museu apostou na realização quatro visitas temáticas, com a duração de 30 minutos e em simultâneo, que visaram a exploração das coleções do museu: a Ourivesaria, o Mobiliário, a Pintura e a Escultura. De todas, apenas a visita dedicada à Escultura não se realizou por falta de inscrições.  

Nestas visitas temáticas destacaram-se algumas peças e proporcionou-se ao visitante uma leitura mais aprofundada das mesmas.

     

Nesta noite comemorativa, ao invés do Espaço Infantil, foi realizada uma visita e atividade lúdico-pedagógica para o público infantojuvenil, direcionada para a exploração dos elementos arquitetónicos, paisagísticos e etnográficos da paisagem insular representados nas coleções da exposição permanente.

Nesta visita, os participantes foram convidados a analisar a evolução e transformação da paisagem insular ao longo dos séculos, bem como a compreender a importância da paisagem cultural na identificação e memória do lugar.

   


Cumprindo a programação prevista realizou-se, ao cair da noite, nos jardins do museu um concerto com a atuação da “BLACK & WHITE DIXIELAND JAZZ BAND” composta pelos instrumentistas: José António Sousa (Clarinete); Duarte Basílio (Sax-Tenor); Aquilino Silva (Cornetim e Líder); Miguel Camacho (Trombone e relações públicas); Hélder Pereira (Tuba); Avelino Abreu (Banjo); Duarte Nuno (Piano); Énio Jardim (Bateria).

Durante este momento musical, o público ouviu um repertório de dixieland (subgénero de jazz criado em 1910, em Nova Orleans) ou jazz tradicional (último estilo que surgiu da mistura da música africana e europeia depois de 1900).

     

No interior do museu, na sala das exposições temporárias, o público foi convidado a assistir à atuação do grupo musical MEDIOATLÂNTICO que brindou os presentes com um repertório dedicado às “Modinhas Luso-Brasileiras”. O grupo musical é constituído 5 elementos: Carla Isabel Moniz (Soprano) e os instrumentistas Vítor Sardinha (Viola de cinco ordens); Sandra Sá (Violino); Jaime Dias (Violoncelo) e Lino Rodrigues (Flauta transversal e Flauta Barroca).

     


O Museu Quinta das Cruzes aderiu, novamente à proposta Tweetwall, lançada pela organização da Noite Europeia dos Museus e que consistiu na projeção de um mural virtual que permitiu a partilha de mensagens publicadas na conta oficial do evento da rede social Twitter através da hashtag #NDM16. O mural esteve projetado junto da portaria do museu e possibilitou aos visitantes estarem em contacto com uma plataforma internacional interativa e de grande visibilidade junto de outras instituições museológicas europeias que se encontravam a celebrar este evento.


   

Nesta Noite Europeia dos Museus registou-se uma forte adesão principalmente por parte do público nacional e local, tendo sido superior em relação ao ano anterior (2015). Durante o período de 6 horas de abertura ao público (19h00-0h00), registou-se a entrada de 591 visitantes no Museu Quinta das Cruzes, entre os quais, 29 estrangeiros, 562 nacionais e 63 visitantes com idades inferiores a 25 anos.