O núcleo de Ourivesaria ilustra, com alguma diversidade, as tendências predominantes da produção de pratas europeias que vão do século XVI ao final do século XIX.
Neste espaço, prevalecem trabalhos de origem portuguesa e inglesa, explicáveis apenas pelas particulares circunstâncias que envolveram a criação destas colecções – comércio de ourivesaria e antiguidades.
Algumas espécies do conjunto merecem, no entanto, uma referência particular, tal como o Porta-paz de feitura portuguesa, datado do 1.º quartel do século XVI; a Salva em prata dourada, datada do século XVI; o par de Escravas em prata do século XVIII, de origem mexicana; e o Gomil (1795-1804) da autoria do ourives português António Firmo da Costa.


 
 

Panorâmica da sala das pratas 360º